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Quem é...?

Francisco Garcia, Voluntário na Associação QE no Âmbito do Serviço de Voluntariado Europeu

(projeto da Comissão Europeia financiado pelo Programa Erasmus +)

francisco garciaNome
Francisco Garcia

Idade
28 ano

De onde vens, Francisco? 
Eu venho de Espanha, concretamente da região de Múrcia. A região de Múrcia fica no sudoeste da Península Ibérica. Vivo numa pequena aldeia chamada “Balsapintada”.

 

Qual o teu livro favorito?
Open: Memorias”, de Andre Agassi.

Que música mais ouves?
Oiço todo o tipo de música.

O que gostas de comer?
Arroz de marisco, cordeiro assado e tortilha de batata.

Que cidade mais gostaste de conhecer?
Paris.

Nas horas livres o que gostas de fazer?
Fazer desporto! Gosto muito de praticar desporto, qualquer tipo de modalidade desportiva, desde jogar futebol e basquete, squash e também gosto de fazer escalada.

Qual a tua ideia dos portugueses?
Eu penso que os portugueses não são muito diferentes dos espanhóis.

Porque decidiste fazer voluntariado com pessoas com dificuldades intelectuais e desenvolvimentais?
Porque assim tenho a oportunidade de conhecer e abordar uma temática muito interessante de um ponto de vista não formal. Espero aprender e conhecer muito com esta experiencia.

Descreve o teu dia enquanto voluntário na QE. Quais as atividades em que mais participas e o que mais gostas de fazer na QE?
O meu dia é muito parecido com a rotina da equipa de educadores da QE: eu tenho um horário com as atividades mais adequadas à minha formação e interesses.

Como te sentes ao fim do dia, depois de tantas atividades?
A nível pessoal, a sensação é que tenho uma pequena grande família na QE. A nível profissional a sensação de ir melhorando dia a dia, as atividades que vês terem potencial para melhorar.

O que te surpreendeu quando começaste a fazer voluntariado com pessoas com dificuldades intelectuais e desenvolvimentais?
O estabelecimento de laços afetivos dada a sua inocência e sinceridade.

O que esperas aprender com esta experiência de voluntariado?
Espero obter uma visão mais profunda e humana do mundo profissional.

Podes deixar algum conselho a quem está a pensar em fazer voluntariado com pessoas com dificuldades intelectuais e desenvolvimentais?
Que não me vou arrepender porque o pouco que dás é-te devolvido em 1000!